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Fibrilação atrial - tratamento por cateter é superior ao uso de medicamentos, diz estudo.

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Os resultados de um
novo estudo sugerem que os indivíduos com uma determinada arritmia cardíaca,
chamada de fibrilação atrial paroxística, e que não apresentam uma boa resposta
com medicamento, têm uma resposta terapêutica melhor quando submetidos à
ablação com radiofreqüência por cateter.

Este procedimento
consiste em mapear o sistema elétrico do coração, localizando o local de origem
da arritmia. No mesmo procedimento, o médico eletrofisiologista aplica um onda
de radiofreqüência neste local, desta forma, tratando a arritmia. Devemos
lembrar que este procedimento costuma apresentar uma taxa de sucesso em torno
de 70%.

Este estudo incluiu
pacientes que não haviam apresentado resposta a pelo menos um medicamento para
tratar a arritmia, e que haviam apresentado três episódios sintomáticos de
fibrilação atrial nos últimos seis meses.

No estudo, realizado
em 19 hospitais norte-americanos, os pacientes foram selecionados de maneira
aleatória (na proporção de 2:1) para receber a ablação por cateter ou um novo
medicamento diferente daquele que havia falhado. Após 9 meses, 66% dos
pacientes do grupo que recebeu ablação e 16% dos pacientes do grupo que recebeu
uma nova medicação permaneciam fora da definição de fracasso terapêutico. A
definição de fracasso terapêutico incluía a recorrência de fibrilação atrial
sintomática, a necessidade de realizar uma nova ablação ou modificações no
esquema terapêutico.

Os autores relataram
que a ablação foi associada com a eliminação da arritmia atrial sintomática em
70% dos pacientes, e a eliminação de qualquer arritmia atrial em 63% dos
pacientes após um ano de acompanhamento.

 

Fonte: Journal of the American Medical Association.